terça-feira, 23 de março de 2010

Análise referente ao 2º período

Como podemos observar o 1º periodo já passou e o 2º ja está a acabar, por isso está na hora de fazer um breve balanço de tudo o que se tem passado durante este periodo.

Neste trimestre aprendemos muitas coisas uteis e interessantes que nos ajudou a esclarecer várias dúvidas. Para que todos podessem estar a par de tudo o que está a acontecer no nosso planeta achamos por bem publicar algumas das coisas que aprendemos para que todos podessem ficar esclarecidos como nós.

Como todos os grupos passam por monentos bons e maus o nosso nao fugiu a regra e também teve alguns contratempos,como ter várias difuculdades em aceder ao blog na nossa escola, pois o acesso a internet estava bastante lento e por vezes era impossivel conseguir aceder ao site do nosso grupo.

Recentemente fizemos um visita de estudo a vários sítios relacionados com a matéria que estavamos a leccionar, como foi uma aula de campo bastante interessante achamos por bem publicar algumas fotos para poderem ver melhor por onde passamos.

Como o 2º periodo está a terminar podemos concluir que foi um bom trimestre e que cada vez mais estamos empenhados em fazer com que este blog esteja actualizado sempre que possível e que todos possam esclarecer algumas dúvidas a partir do nosso blog.

:)

Espero que tenham gostado ...

segunda-feira, 22 de março de 2010

Restantes imagens da aula de campo





pôr do sol em Ofir












esporão de Ofir











vestigios de uma grande derrocada






moinho que tem como fonte energetica a forte corrente do rio














vestigios da erosão causada pelos sedimentos transportados pela forte corrente do rio





rio na serra d`Arga
















leito do rio de Arcos de Valdevez

domingo, 21 de março de 2010

Visita de estudo de geologia

No dia 11 de Março deste ano, a turma 12ºH (do qual eu e o meu grupo pertencemos) realizou uma visita de estudo por várias zonas do minho no âmbito de ficarmos a conhecer um pouco melhor dos vários vestigios de acrividade geológica que ocorreram ha muitos anos atrás.
Nao foi propriamente uma visita de estudo mas sim uma aula de campo, que contou com várias turmas do 11º e uma do 12º ano. Estes alunos tiveram a oportunidade, como ja referi, de conhecer melhor e aprender mais sobre a geologia. E para isso contaram com a ajuda de vários professores, principalmente do professor Orlando Guimarães que conhece muito bem aquelas zonas e também por saber muito sobre esta área.

Para os nossos seguidores verem e eventualmente quiserem ir a estes sitios, poderão ver aqui (em baixo) as várias imagens que o meu grupo fotografou :) ...






Nesta imagem podemos ver

um carreiro que fou causado por
uma derrocada de rochas que
ocorreu neste sitio.























Neste local podemos observar vários locais
que serviam de ligação às minas
que se situavam mais acima.
Ah e claro o nosso professor de geologia :)

terça-feira, 2 de março de 2010

Acção dos glaciares

Os glaciares constituidos por uma imensa massa de gelo, provocam imensa erosão através da energia que libertam.
Quando os glaciares alcançam uma cota de menor altitude o gelo funde, ficando ali todos os sedimentos que resultaram da sua acção.



link para video:http://www.youtube.com/watch?v=P3I2X1ZXxf0&translated=1



fonte:http://pt.shvoong.com/exact-sciences/earth-sciences/1811397-glaciares/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Glaciares

Existem essencialmente dois tipos de glaciares:


Os continentais que se encontram essencialmente a elevadas latitudes, ou seja nos polos ou perto deles.





os das montanhas: que se encontram a elevadas altitudes (ex:alpes, andes)
Um glaciar é uma grande massa de gelo formada por uma compactação e recristalização de neve, que se mantém sólido ao longo do ano.


fonte;manual de geologia da portoeditora

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Processos de fossilização

Conservação: Os restos dos organismos mantêm-se quase inalterados, apenas com modificações mínimas.Este processo inclui a mumificação, em que o cadáver sofre sobretudo desidratação. É o aprisionamento/envolvimento de organismos em substâncias fossilizantes, como o âmbar, asfalto, gelo ou sílica, permanecendo aí conservados. O exemplo mais conhecido de conservação, é a dos mamutes da Sibéria conservados no gelo.Os insectos aprisionados e conservados no âmbar (resina), é outro exemplo.



Moldagem:Este processo consiste na reprodução da morfologia interna ou externa de um resto de organismo pelo sedimento consolidado que o preenche ou envolve, respectivamente. Chama-
se molde interno quando a reprodução é do interior do organismo, por exemplo, o interior das conchas. O molde externo reproduz a morfologia externa do organismo fóssil.








molde interno de um gastrópode
molde externo um bivalve

mineralização: A fossilização dá-se por transformações químicas, pelas quais a matéria orgânica é substituída por matéria mineral, como a calcite, a sílica e a pirite, entre outros.


Estruturas de Corais em calcite







Impressões: As impressões são moldes externos de estruturas finas (baixo relevo), como folhas ou penas e rastos deixados por seres vivos. As impressões são conservadas quando os sedimentos moles em que foram deixadas sofrem diagénese, petrificando-as.


Impressão da asa de insecto








Incarbonização: Processo comum de fossilização dos vegetais e animais com esqueletos de natureza quitinosa. Consiste no enriquecimento progressivo em carbono em relação aos
outros elementos químicos da matéria orgânica.



Tronco fóssil









Marcas e vestígios da actividade do ser humano: As marcas ou vestígios de actividades
vitais dos seres vivos, também podem ser fossilizadas – conhecidos por icnofósseis – como pistas, tubos, pegadas, ovos, ninhos e fezes. Estes últimos, chamados coprólitos, podem fornecer uma ideia do comportamento alimentar do animal.


Rastos de trilobites em
quartzitos do Paleozóico.












domingo, 13 de dezembro de 2009

principios fundamentais da estratigrafia

Principio da identidade paleontológica
Estratos com o mesmo conteudo fóssil têm a mesma idade.


Principio de inclusão
Qualquer rocha que contenha elementos de outra rocha preexistente é sempre mais recente.







Principio de intersecçao
Um filão ou uma intrusão é sempre posterior às formações rochosas que atravessa.






Principio da horizontalidade original
Os estratos na sua origem apresentam uma posição horizontal com juntas de estratificação paralelas e planas.
Quando assim não surgem é porque foram deformados de alguma forma. Exceptuam-se as estratificações entrecruzadas de origem eólica.


Principio da continuidade lateral
Um extrato tem sempre a mesma idade ao longo de toda a sua extensão.

fonte: manual de geologia da porto editora 12º ano